
Coloco aqui um ficheiro para quem quiser fazer os cálculos da suas medidas (vale o que vale).
Sempre ajuda alguma coisa.
Fazer download do ficheiro (Aqui)
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No caso do ciclismo, a biomecânica está presente em muitos pontos, como posicionamento sobre a bike, sobrecargas articulares, técnica de pedalada, lesões no ciclismo, treino resistido e também os equipamentos. Portanto a biomecânica está intimamente ligada ai ciclismo, sendo factor crucial para o rendimento do atleta.

Nessa imagem podemos ver como se faz a medida do tubo horizontal (top tube), que nos caso onde a geometria do quadro possui o formato slop, onde o top tube é maior do que o seat tube, devemos corrigir essa variável deixando o fita métrica sempre paralela ao chão, nesse caso um pouco acima do ângulo formado entre o top tube e o seat tube.
Há variáveis que o ciclista pode encontrar. Para começar vamos falar do quadro, que é a estrutura da bicicleta As duas principais medidas do quadro consistem no top tube (tubo horizontal) e no seat tube (tubo do selim), que nas bicicletas de estrada são dados em centímetros, e nas bicicletas de MTB em polegadas. As médias antropométricas são intimamente ligadas a esses valores, estando associadas a eles o tamanho das pernas, tronco e braços, além de outros pontos como flexibilidade, capacidade de força, cadência habitual, entre outros. Outra medida muito importante é o ângulo existente entre o top tube e o seat tube, que varia principalmente entre 73 e 78graus, sendo que quanto menor o ângulo, maior o conforto, excelente para provas de longa duração, e quando maior, mais potência é gerada, porém é mais desconfortável, excelente para prova de duração menores, como contra-relógio. No caso do MTB, esse ângulo também varia bastante, porém tirar a medida torna-se um pouco mais complicado pela variedade de modelos de quadros existentes.

Aqui a medida do ângulo entre o top tube e seat tube, no caso a medida foi de 75 graus, nesse caso pelo quadro ser slop também devemos corrigir, deixado a ponta superior do goniómetro (ferramenta usada para medir o anglo) paralelo ao chão.
Quanto ao tamanho das pedaleiras, os mais usados são os de 170mm, 172.5mm e 175mm, porém existem outros tamanhos mais presentes nas bicicletas de pista, chegando até 180mm. Essas medidas dependem do tamanho das pernas, da capacidade de força e também da cadência aplicada pelo ciclista.

Apresento-vos o novo sistema “aerodinâmico” para capacetes BTT, amabilidade do nosso amigo Ricardo.
Ponto de encontro Touria às 8H00, inicio da volta às 8H10.
Track: +/- 51 Km
Tempo deslocação: 3H36
Media deslocação: 14,10 Km/h
Acumulado 1049 mt
Regresso ao ponto inicial às: 12H46 (hoje houve alguns contratempos…)
Tudo preparado, lá começamos a partir do pavilhão desportivo da Touria. O destino marcado era Pia do Urso.
Nada que não fosse possível ultrapassar, alias o BTT sem estas situações não tinham piada. Mais á frente já na entrada da Pia do Urso o Alexandre, também quis demonstrar que não era só o Mário que caia, como tal… CHÃO.
Na Pia do Urso, fizemos o nosso intervalo para o pequeno-almoço, reforço, café e…. Tivemos mais dois elementos que se juntaram ao grupo, o Zé Antonio e o Tó- Zé Ramos. A fim de darmos as boas vindas, quando todos já estavam de barriguinha cheia, vai uma ginjinha…
De regresso, com a habitual boa disposição, tudo corria normalmente, pois eu disse bem “tudo corria”….
Ao 28º Km o Tó-Zé Ramos tem um furo, normal, normalíssimo, agora o que não é normal é que com tantos “mecânicos” se demore uma eternidade para colocar uma câmara-de-ar.
Eh eh eh, enche com uma bomba, enche com outra, já agora mais uma e a câmara não enchia, finalmente alguém lá tirou uma bomba dos chineses e remédio santo…
Ao 37º Km, tive que fazer uma paragem de emergência, danada de uma vespa enfiou-se no meu capacete e deu-me uma ferradela, uiiii que doeu para….
Ao 38º Km, o Tó-Zé voltou a furar…. Há dias de sorte ou não! Bom, agora a coisa já foi um pouco mais rápida, os mecânicos já tinham tido formação no furo anterior, usaram logo a bendita bomba de ar e foi mais rápido.
Uma nota: hoje o Ricardo andou toda a manha com a sua “Vuvuzela”, que barulheira que ele fez hoje, realmente não passou despercebido…

Lá continuamos sem mais nenhum percalço até ao ponto inicial.
Para variar mais uma manha muito bem passada e em boas companhias.
Até á próxima.
Dr. Christof Koplin, um dos cientistas do IWM, disse:
"Os ciclistas muitas vezes substituem os seus capacetes sem necessidade depois de os deixarem cair ao chão, porque não conseguem identificar se ficou danificado ou não. As cápsulas vêm eliminar este problema. Se o capacete sofrer algum dano, as substâncias mal cheirosas são libertadas"

Bom… Hoje foi um dia um pouco diferente, devido a um pedido muito forte (não vou dizer que foi do Rui), hoje tínhamos que ir para Alvados. Como a vontade demonstrada era tanta, lá lhe fizemos a vontade… À hora combinada lá nos encontramos; Rui, Luis, Jorge e a minha pessoa.
Quando estávamos a iniciar a volta de hoje, informei o pessoal que o track tinha cerca de 40 Km´s, mas logo de imediato alguém disse “ pois e tal, o meu joelho… e isto e aquilo” (não vou voltar a dizer que foi o Rui), perante tais argumentos ficamos por um track mais pequeno…
Ficamos um pouco preocupados com a dita pessoa, pois estar com problemas no joelho, deixou-nos a pensar… mas lá iniciamos o trajecto.
A manha estava uma maravilha para a prática de BTT, uma manha de sol, nuvens nem ver. Começamos a subir pela encosta do vale, gaita o GPS só indicava para subidas…
De repente o Rui parou, ficamos mais uma vez preocupados, “será o joelho?”, foi aqui que começamos a perceber o porque do Rui não querer fazer os 40 Km’s, para nosso espanto tirou a sua maquina fotográfica “epa, observem bem esta paisagem” e toca a tirar fotos. O mistério do joelho estava resolvido, o Rui precisava de tempo para tirar fotografias, eh eh eh.
Lá continuamos com muitas pedras, sem grandes problemas, mais umas paragens para umas fotos, outras para a afinação ou tentativa de afinação da bike do Luis, que fez o trajecto todo acompanhado de uma orquestra (aperta parafuso, desaperta parafuso).
Salta pedra, passa pedra, mais uns single tracks que não conhecíamos, cruzamo-nos com btteistas conhecidos e amigos, mais uma paragens para as fotos do Rui e todo correu normalmente.
De referenciar a queda do Rui, quando tentava subir um single track, foi só um pormenor técnico…
Isto todo deu para:
Tempo de total: 2H52
Tempo de deslocação: 02H06
Tempo parado: 45 min (para o Rui tirar fotos)
Track com cerca de 26 Km’s
Apesar de termos feitos poucos km’s, houve muita boa disposição no grupo, o que já tem vindo a ser habitual.
Luis e Jorge, para a próxima não podemos dizer ao Rui quantos km’s tem o trajecto…
Até à próxima.
PS. Esqueci-me de dizer que na parte final fomos até á Fornea, para o Rui tirar mas umas fotos, eh eh eh, hoje foi o dia o RUI!!!!!
